24/10/2017 às 22h10min - Atualizada em 24/10/2017 às 22h10min

Austrália desmascarou ‘carecas’ da Yamaha e Ducati

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A Yamaha regressou aos bons momentos em Phillip Island após uma série de rondas mais discretas, enquanto a Ducati fez o caminho inverso…exactamente algo que se opõe, sobremaneira, ao que vínhamos a aprender com os desempenhos este ano.

A Yamaha tem, afinal, espírito de luta dentro de si. Não fosse Johann Zarco intrometido-se na luta pelos primeiros lugares, bem perto do fim da corrida, e Rossi podia, potencialmente, ter acabado um lugar acima…com a vitória. O ritmo do italiano foi muito forte na quarta e última parte da prova, provando que a Yamaha ainda pode ser uma máquina competitiva, ao contrário do que tem dito ao longo da temporada. Os problemas com o pneu traseiro continuam, mas numa pista fluída e com curvas rápidas, a Yamaha mostra o seu verdadeiro ser e os resultados estão à vista: dois pódios para a equipa de fábrica e um quarto lugar para Zarco…o que por si só mostra que a moto tem, afinal, mais dentro de si do que o que Rossi tem dado a entender.

Por outro lado, outro logro: o da Ducati. Dona de uma série de pelo menos cinco triunfos este ano, a máquina italiana tem o mérito de ser competitiva em vários traçados este ano, incluindo em alguns onde historicamente os resultados não são nada de mais. Mas a ideia de que Andrea Dovizioso luta pelo título e que é capaz de ganhar devido às melhorias na moto também não é nada de mais. Se a M1 de Rossi está melhor do que por vezes dá a entender, não deixa de ser verdade que a Desmosedici não está tão boa assim como Dovi nos tem mostrado.

A verdade é que neste traçado em Phillip Island o circuito é a cara da Yamaha, fluído. E onde a Ducati conseguiu mesmo brilhar foi em Motegi ou no Red Bull Ring…onde o layout é quase que um ‘pára-arranca’.

Segue-se Sepang nestas contas, uma pista onde o mais recente vencedor é Dovi e a sua Desmosedici…


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